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Financiamento imobiliário: O que precisamos saber?

Ter uma casa própria é um sonho para diversas pessoas no mundo, afinal, ninguém gosta de pagar aluguel. A realização para ter um imóvel, no entanto, costuma estacionar quando é precisamos fazer um financiamento imobiliário. São diversas regras, condições e detalhes que atrasam e impossibilitam a maioria das negociações envolvendo o financiamento imobiliário. Para entender que o financiamento imobiliário não é nenhum monstro, nós responderemos as dúvidas mais frequentes.

 

O que precisamos saber sobre um financiamento imobiliário?

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Posso me candidatar mesmo sendo autônomo e não tendo um contracheque formal?

Sim, os trabalhadores autônomos também podem se candidatar a um financiamento imobiliário desde que consigam comprovar sua renda. Na ausência de um contracheque ou holerite, essa comprovação pode ser feita através do contrato de prestação de serviços. Os recibos de trabalhos prestados e declaração do imposto de renda também são aceitos.

Os outros documentos exigidos são os mesmos para trabalhadores em regime de CLT: CPF, RG e comprovante de estado civil. Depois da entrega dos documentos é feita a análise cadastral para verificar se o nome do comprador consta dos serviços de proteção ao crédito.

Conseguir um financiamento imobiliário para 100% do valor do imóvel é possível?

Não, atualmente é necessário que o comprador tenha no mínimo 10% do valor do imóvel para dar de entrada. Lembrando que, este percentual pode variar dependendo da instituição financeira.

No entanto, é possível conseguir subsídio para estes 10% através do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, até o limite de R$ 47,500 (faixa 1,5) ou R$ 29 mil (faixa 2). O programa atende famílias com renda mensal de até R$ 9 mil com juros de até 9,16% ao ano, dependendo da faixa de renda.

 

O banco ou instituição financeira realiza uma pesquisa sobre a minha vida para aprovação do financiamento imobiliário?

Sim, o banco faz uma análise sobre o seu poder aquisitivo e seu histórico anterior como pagador. Algumas realizam um levantamento sobre a existência de dívidas pendentes.

A Caixa Econômica Federal, por exemplo, tem um sistema de risco de crédito. Ele busca dados sobre sua dívida e calcula a possibilidade de conseguir ou não pagar o financiamento imobiliário. O contrato só será fechado se o sistema concluir que o proponente poderá arcar com os valores a serem pagos.

 

Qualquer pessoa pode fazer um financiamento imobiliário?

Não, pois é necessário preencher alguns critérios de acordo com o método adotado para o financiamento imobiliário. Por exemplo, se o comprador fizer o financiamento diretamente com a construtora, ele precisa apenas entregar a documentação solicitada pela empresa.

Mas no caso dele optar pelo financiamento por um banco, ele deverá ter renda adequada ao valor de crédito solicitado. Não ter o nome no SPC/SERASA e também entregar os documentos exigidos são itens importantes para aprovação. O valor das prestações, nesse caso, não pode ultrapassar 30% da renda líquida. 

 

Quais são as modalidades de financiamento imobiliário existentes hoje?

Existem quatro tipos de financiamento imobiliário vigentes no Brasil. O Sistema Financeiro de Habitação (SFH), financiamento diretamente com a construtora, a carteira hipotecária e o Sistema Financeiro Imobiliário.

Basicamente a diferença entre cada um dos tipos está na taxa de juros, nos recursos que podem ser utilizados para pagar/amortizar a dívida (como a poupança e o FGTS, por exemplo), e o índice de correção.

 

Portanto, para dicas e informações sobre o mercado imobiliário continue acessando o Central do Corretor ou acesse o Blog do Permutando!

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